Minhas Fotos - 2013
Queridos Amigos,
Por aqui celebra-se
hoje, o “Dia do Amigo”!
Então vou contar para vocês uma
pequena história de amizade entre
crianças, adultos (com espírito de criança), animais e amigos imaginários.
História verdadeira!
E aproveitando para reforçar
meu carinho por todos vocês!
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Quando
os cavalos corriam desembestados e sem
rumo pelo campo, meu tio debruçava-se na cerca observando!
Com
olhar manso comentava, ser o “Negrinho
do Pastoreio” galopando os cavalos alheios.
Sempre
que os cavalos amanheciam com o rabo trançado, meu tio dizia ser coisas que as
bruxas faziam, no silencio das madrugadas.
Numa
dessas doces tardes de verão, eu e minha prima cavalgamos até cansar! A gente
cavalgava sem arreio nenhum! Em “pelo”! Explorávamos
cada pedacinho de campo, a galope,
sentindo vento no rosto!
Era maravilhoso!
Deixávamos os cavalos um tanto longe da
porteira para não precisar dar explicações.
Numa
dessas chegadas, passamos pelo meu tio que andava tranquilamente observando o
parreiral, como sempre sorriu carinhosamente e entramos em casa.
Algum
tempo depois titio juntou-se a nós na varanda! Olhou-me profundamente depois
correu os olhos para minha prima e falou: - Viram os cavalos?
Respondemos
juntas: - Não!
Meu
amado tio desviou mansamente o olhar, fitou o horizonte por algum tempo e disse
baixinho, como se estivesse falando para ele mesmo: “Hoje o Negrinho deu um
suador nos cavalos”!
Eu e
minha prima nos olhamos, arregalando os olhos para segurar o riso!
Hoje,
tenho certeza que meu tio sabia de nossas peraltices, porém sua doçura era tão grande
que preferia deixar a gente pensar que conseguia enganá-lo! Sabedoria!
Eu
amava meu tio!
Adorava cavalos!
Ainda
é meu bicho preferido!
Mas
confesso, não sei até hoje como a cauda dos cavalos amanhecia trançada.
Alguém
sabe me dizer?
Beijos!
Jossara
Bes.